Tudo, menos isso!
O que se fazer quando se percebe que a inspiração se foi?Que não lhe pertence mais. Que aquelas idéias que vinham rápidas feitas flechas ao ar de uma hora pra outra se esgotaram?
Antes de procurar a resposta, as mãos vêm a cabeça na clara demonstração de desespero. Todos nós precisamos desse “algo” mais, do momento sublime quando a “lâmpadazinha” da boa idéia aparece sobre nós. E esse desespero é maior quando o assunto é arte. O que será de um cineasta sem novas imagens, de um pintor que só enxerga os mesmos formatos para as nuvens ou de um músico que não acha a rima certa?
É froide
No mundo musical é triste presenciarmos tal coisa, principalmente quando se trata de uma banda querida. Tudo vem às mil maravilhas e de um CD a outro...Pufo! O encanto acaba. É um tal de : “esse é o nosso álbum mais difícil de ser digerido pela maioria do publico”.
Alguns desistem logo do babado, jogam tudo pro ar, e saem de cena sem alardes ( se bem que a maioria inventa um final conturbado com direito a brigas para ver se a banda volta a mídia), outros tentam de qualquer maneira continuar, gravam cd´s ao vivo, dão uma nova roupagem a antigas musicas( muitas vezes no formato acústico) e tentam assim, uma 2ª chance. De um jeito ou de outro, deve ser dolorida a sensação do “Já deu o que era pra dar”. Existem também as bandas que são carregadas por fãs que dão o sangue pela banda e não querem de jeito nenhum ficarem órfãos.
Agora, sabe qual a maior dor (de cotovelo)? É estar numa banda, não se comportar como bom menino e ser chutado para fora de uma hora pra outra. Ah, isso deve ser o fim da picada. Posso enumerar aqui o Dave Mustaine do Megadeath, que estava na formação original do Metallica, e por causa de bebedeira, foi posto pra fora. Até hoje ele chora por isso. Tem também o Renato Rocha, ex-baixo da Legião Urbana e o Patrick Lapan, ex-Los Hermanos, que devido ao seu temperamento, caiu fora e foi para o Detonautas, E depois? Rua de novo!
E por fim, o que fazer sem a tal da inspiração?
Se virar meu velho. Se viriar!
Eu estava sem nada pra escrever, e acabou saindo essas linhas tortas.
Então: “se vire, se recicle”
Segundo o dicionário Poesia é “inspiração”, “arte de escrever em versos”, acho uma definição pequena diante de minha visão. Poesia é muito mais que isso, pode ser musicada, editada, vivida, sonhada. E música “é arte e ciência de combinar harmoniosamente os sons”...
Muitos de nossos compositores conseguem unir a poesia com a arte da música. Não há sintonia mais bela e perfeita, pois ambas são filhas do amor e alimento para a alma.
A poesia e a música sempre estiveram lado a lado, às vezes de mãos dadas, entrelaçadas, sempre na busca de novas formas de comunicação, expressão para registrar o tempo, o momento presente.
Sentimentos que retratam a realidade, o cotidiano, acho que muitas vezes o artista consegue ver além, consegue passar seu sentimento, sua maneira de ver a vida. Acho que poesia e música são quase sentimentos de cada um, são tão peculiares a cada pessoa que acho difícil definir e citar nomes aqui...famosos, históricos, antológicos...
Diria que pra mim a música “Relicário” de Nando Reis é a perfeita definição...
Mas poderia citar muitos outros, Renato Russo, Pablo Neruda, Chico Buarque, Vinícius de Moraes, Mário Quintana, Fernando Pessoa...sim, acho difícil deixar cada um isolado em lados diferentes, eles fazem música, poesia, eles fazem bem a alma é como dar cor, vida, nuance as palavras.
É reconstruir, refazer, reviver uma experiência que nos liberta, nos dá a chance de perpetuar momentos únicos de beleza e sensibilidade. O compositor tem a consciência de que a linguagem é um material vivo, um reino de palavras mágicas, questões pessoais, históricas e filosóficas. Ele não deveria nunca ser técnico, deveria transmitir sempre o que sua alma sente.
Acho que poesia e música se difundem em muitos aspectos, principalmente quando a profundidade de seus escritos servem para identificar a afinidade de quem as conhece.
O artista, seja ele o poeta da palavra ou o poeta da composição musical, sempre é um canal aberto a comunicação entre as pessoas, fazendo todos os sentidos se excitarem ao apreciar uma boa combinação de palavras, tornando o mundo mais leve, mais musicalmente poético e colorido
"Como a poesia, a música retrata os estados da alma e as ondulações do coração, e concretiza os pensamentos invisíveis, e descreve o que há de mais belo nos desejos e sensações do corpo."
(Khalil Gibran)
Enquanto conversávamos sobre o que escrever para o Diversidade Musical tivemos muitas idéias, mas temos quer ser sinceras em dizer que a famosa frase de Darwin, copiada por Marcos Mion “ Nada se Cria, tudo se copia”, juntamente com a carreira de Emerson Nogueira foram pontos chaves para a escolha do tema do texto de hoje.
As vezes a gente se pergunta: - Não ouvi essa música com outra voz?
Tem músicas que são regravadas como “show de Rock’n’roll” do Roupa Nova que parece outra na voz de Rita Lee e Pitty, ou mesmo “Partido Alvo” do Chico Buarque na voz de Paulo Ricardo e em sua melhor versão na voz de Cássia Eller, que aliás deveria ganhar o prêmio Emerson Nogueira de melhor versão em suas regravações. Seja com a bela “Luz dos Olhos” de Nando Reis, com “Pro dia Nascer Feliz” do Cazuza ou “Lanterna dos Desafogados” do Paralamas do Sucesso ela dava seu show.
Como Bethânia também dá cantando “É o amor” de Zezé de Camargo, que ficou bastante singelo e mais bonito que na voz do compositor.
Em “Quase um segundo” o legal foi que o Cazuza usou uma certa ironia mudando todo o sentido da letra, apesar da versão Paralâmica ser mais apaixonada, Cazuza é mais sutíl, irônico e um tanto cruel.
Mas não são só de Flores que se vive as regravações não!
Nem todo mundo é Emerson Nogueira!
Alguém já ouviu a versão de “E tudo mais” do Nando Reis na Voz da Ivete Zangalo? Apesar da voz linda da cantora a versão ficou péssima. Ou então “Tente outra vez” do Raul Seixas na voz de Zezé de Camargo e Luciano? Ou “Medo da Chuva” também de Raul Seixas com Rio Negro e Solimões?
Na verdade Raul Seixas é quase irregravável!! Nem ao menos Rita Lee conseguiu a façanha de uma música dele ficar boa com outro intérprete. Palmas para Deborah Blando que fez com que “Maça” ficasse belíssima.
Outra pessoa que deveria ganhar o prêmio Emerson Nogueira é o Roberto Carlos, mas esse como artista mais regravável do país. Não conseguimos juntar músicas dele regravadas tamanho o número de artistas que o regrava, mas isso é assunto para outro texto já que esse já está um tanto extenso demais...
Por: Laís Flores e Nanda Faria
Dá-me luz, ó deus do tempo
Dá-me luz, ó deus do tempo
Nesse momento menor
Pr'eu saber seu redor

Chris Telésforo
Quase que diariamente tropeçamos com histórias de pessoas guerreiras que largam um caminho de vida mais fácil. Um caminho de vida às vezes até um pouco já traçado, joga tudo aquilo pra cucuia e partem a procura do sonho. Batalham por aquilo que o coração pede.
Situação mais ou menos parecida com o de Chris Telésforo, que enganando um pouco o coração, divide o tempo da batalha musical com a faculdade.
Já com um Cd lançado(de forma independente com 7 músicas) na praça, regada de baladas com forte influencias de Titãs e Kiko Zambianchi, CT vem aos poucos conquistando o público nas noites Cariocas.
Montado na idéia de se fazer boa música, sempre com o violão a tiracolo, com um belo chamego com o trio “Baixo-Guitarra-Bateria” e com letras que variam do homem apaixonado, desprezado e arrogante, Telésforo mostra a todos que sua praia (ensolarada) é o coração, e não de gritos cuspidos contra A ou B.
E por falar em coração, o mesmo jura de pé junto que todas as músicas não são para apenas uma mulher, mas sim, existe um leque de variações que incluem Ex-namorada num longínquo tempo à própria mamãe.

Abaixo segue uma entrevista em que ele fala de umas possíveis parcerias e da decepção com o mercado musical.
DM - Em qual momento você parou e pensou; "vou ser cantor. Vou viver da música”?
CT - Na verdade, ser cantor foi uma coisa de uns 2 anos pra cá, que foi quando o outro cantor que tinha na banda saiu e eu me vi tendo que assumir os vocais, um espécie de Frejat de bandas independentes(risos), até então meu sonho era ser guitarrista de banda de rock. Aos poucos fui tomando gosto pelo violão e pelo vocal, estudei e ainda estudo canto e pretendo ser cantor e interprete das minhas músicas. Esse sonho se perpetua há mais de 8 anos.
DM - É mais que claro a influência de alguns artistas como Nando Reis, Kiko Zambianchi na sua musica, existe a possibilidade de alguma música em conjunto com algum deles?
CT - O Kiko, nas duas últimas vezes que veio pro Rio trocamos umas idéias boas aqui em casa, inclusive ele me mostrou duas músicas dele sem letras que tentei dar uma força e fora uma música minha que estava incompleta e acabamos finalizando ela, então com o Kiko já tenho algo de concreto, embora gostaria de fazer mais coisas com ele.
O Nando na época em que nos falamos mais foi até cogitado uma hipótese, mas o Nando tem trabalhado muito com outros projetos (dele e de outros), mas não descarto, pois acho ele um dos melhores compositores da música atual, o dia que ele se interessar estarei pronto para isso.
Segue a entrevista...
Segue a Entrevista...
DM - a relação "Homem X Mulher" é figura carimbada em suas músicas. Todos aquelas histórias aconteceram mesmo? Como em "O amor vai acabar", por exemplo...
CT - A maioria sim, mas nem sempre se trata de homem e mulher num lado amoroso, tem música pra minha mãe, tem música que falam da amizade que tive com uma pessoa muito especial, outra fala do relacionamento que sentia com minha ex-banda e por aí vai, mas também tem outras que falam de alguns amores passageiros na minha vida.
DM- existe um "por que" por de trás na mudança do visual?
CT – Acho que a barba estava me dando um visual muito carregado, tirei e fiquei mais clean. Foi bom porque o visual também é importante na hora de você vender a imagem do artista. Pena que esse novo visual não está no CD, mas tem entrado fotos com o novo visual do no site.
DM - fora às canções do Cd “Como Ser Mais Feliz”, já existe material novo embaixo da manga?
CT - Existem outras músicas, que já estavam prontas na concepção do disco "Como Ser Mais Feliz" e que não tive condição de colocá-las, assim como existe material pós- gravação, inclusive a que mencionei em que o Kiko deu um gás na música. Costumo tocar algumas delas nos shows, quem vai conhece e gosta. Ainda bem!
DM - o CD saiu no primeiro semestre desse ano, a aceitação do publico está sendo o esperado por você?
CT - Não está sendo não, durante um tempo foquei minha carreira num determinado segmento, que era o independente, só que descobri que estava no lugar errado e acordei um pouco tarde pra isso, meu público é outro. São pessoas que não se importam em ouvir só músicas que em tese revolucionariam o mundo, minha vontade não é essa, não uso da política ou da violência como material para me divulgar como artista politicamente engajado. Hoje em dia ficou clichê falar de política nas músicas, chamar fulano de ladrão e tals, mas eu prefiro focar minha música em outra coisa, como no amor seja qual for, como forma de mudar o mundo. Não acho que num show de rock as pessoas por causa das músicas saiam de lá sabendo votar. Você se tornar um cidadão ativo independe do show que você vai e sim o tipo de conversa que você tem no seu colégio, na sua faculdade, no seu curso, com os amigos ou com o que os artistas debatem.
Mas voltando ao assunto da divulgação, se não está dentro do esperado a culpa é minha, que não tenho tanto tempo e conhecimento para procurar os lugares certos. Faço uns 2 shows por mês, e meu Cd não está tão vendido sim embora todos gostarem das músicas. Precisaria de alguém para fazer isso pra mim, enquanto não encontro eu vou tocando como dá. Mas esse quadro pode ser revertido com batalha e perseverança! É pra isso o meu trabalho do dia-a-dia.
DM - como você vê a cena musical atual? Quais bandas novas você recomenda?
CT - Olha tem algumas coisas boas, mas não vejo muitas não. Bandas preparadas mesmo para o sucesso eu só vi umas três ou quatro. Acho que tudo que é muito xiita, centrado num foco apenas não é legal. o cenário independente está muito focado para o alternativo, para o experimentalismo e nesse meio quem não faz esse tipo de música não tem vez e ainda é taxado de vendido, popular, farofa. Só que música apesar de ser uma coisa só, sofrem adequações de acordo com camadas sociais, regiões, experiências, influências e tudo mais. Não acho que só o que é alternativo é bom, aliás, música eu ouço tudo que tenha uma boa harmonia, todos deveriam.
*Lembrando que em todas quartas-feiras de Outubro tem CT no Shopping Tijuca(RJ).
Você tem mais de 16 anos?
Aí pessoal, vamos dar uma força ao USKARAVELHO na votação da Oi, acessem o site:http://www.oitempeixenarede.com.br e votem nos caras!!!
Blza?
Quer saber mais sobre o USKARAVELHO?
Então corra até o link http://diversidademusical.zip.net/arch2005-06-01_2005-06-30.html (dia 16/06/05) aqui mesmo do Diversidade Musical e vejam uma entrevista e matéria com eles...ou então vá até o site dos caras.
Até mais.
Abraço
Garçom!!!
Fiquei imaginando com meus botões, no Diversidade encontramos uma penca de coisas em relação a música, dicas sonoras(Claro!), dicas de trilhas sonoras, relatos musicais dos colunistas, e percebi que faltava algumas coisas..Dentre elas a “malvada” da bebida alcoólica.
Liquido que deixa o ambiente mais agradável e algumas músicas chatas virarem clássicos por algumas horas.
Como diria Ed Motta;
“Ficar feliz e relembrando histórias
Eu quero mais, só não sei se agüento
Birinaite à vontade bom encontrar de novo você
Toda comunidade dança pra se sentir melhor”
Então, nada melhor que ter também uma bebidinha aqui vez ou outra...
De cara lembrei logo da Caipirinha.
Então Aí vai a receita para quem não sabe como se faz; 
INGREDIENTES:
*1/2 LIMÃO TAITI
*1/2 MARACUJÁ MADURO
*1/3 CAJU MADURO
* 1 GOMO DE CANA DE AÇÚCAR
*60 ML CACHAÇA NOBRE SEM ENVELHECIMENTO
*2 COLHERES DE SOPA DE AÇÚCAR
*7 A 8 PEDRAS DE GELO DE ÁGUA FILTRADA E FERVIDA
MODO DO PREPARO:
MUMA COQUETELEIRA , COLOQUE 1/2 LIMÃO , DESCARTADO A CABEÇA E O RABO , O MIOLO NÃO SERÁ NECESSÁRIO A RETIRADA , POIS ELE IRÁ AMARGAR SUA CAIPIRINHA SOMENTE DEPOIS DE 30 MINUTOS DE PREPARADA,E SE VOCÊ DEMORA MAIS QUE ISTO PARA TOMAR SUA CAIPIRINHA , PODE DESISTIR,ACRESCENTE TAMBÉM A POLPA COM OS CAROÇOS DA METADE DO MARACUJÁ E O TERÇO DO CAJU, JUNTE O AÇÚCAR E COM UM SOCADOR AMASSE MÉDIO , PARA RETIRAR OS ÓLEOS DAS CASCAS E SUCOS DAS POUPAS SEM CONTUDO FAZER UMA MASSA, COLOQUE A CACHAÇA E AS PEDRAS DE GELO RECÉM SAIDA DA GELADEIRA, TAMPE E CHACOALHE A COQUETELEIRA ATE A MESMA FICAR TÃO GELADA, QUASE NÃO CONSEGUINDO MAIS SEGURAR , DESPEJE O CONTEÚDO NUM COPO TIPO OLD FASHION E SIRVA.
O GOMO DE CANA DEVE SER DESCASCADO E CORTADO EM 8 PALITOS , SERVINDO DE MEXEDORES PARA SUAS CAIPIRINHAS , AGREGANDO MUITO VALOR AO RESULTADO FINAL. 
TEREMOS ENTÃO A MELHOR CAIPIRINHA DO BRASIL E DO MUNDO, A ZERO GRAU DE TEMPERATURA , 11 GRAUS DE GRADUAÇÃO ALCOÓLICA , GOSTOSA DESDE O PRIMEIRO GOLE , SUPER REFRESCANTE, QUE CERTAMENTE SERÁ DEGUSTADA COM NOSSOS 5 SENTIDOS ( OLHOS , BOCA , NARIZ. OUVIDOS E MÃOS).
Como todos, tenho meus preconceitos. Em música então nem se fala. Sabem aquela história do não gosto porque não gosto? Então, comigo é assim. Faz um tempinho, estava no cinema e vi o trailer do filme “2 filhos de Francisco”. Confesso que meu primeiro comentário foi: não assisto de jeito nenhum. Vi o mesmo trailer milhões de vezes mais, li mil críticas, vi que tinha sido aplaudido de pé num festival de Gramado mais fraco que nos anos anteriores. Enfim, a pressão estava forte e eu fui amolecendo. O tiro de misericórdia veio quando eu soube que tinha uma música cantada por Nando Reis na trilha (ok, ok, era com a Wanessa Camargo também, mas fã é fã, né?). Pensei, poxa, adoro cinema, posso encarar como ficção e nada mais, tapo os ouvidos na hora em que tocar “É o amor”, essas coisas.
Decidi me despir dos meus preconceitos, ou quase. Chamei uma amiga que também estava meio assim de assistir, fui numa sessão à tarde para não correr riscos de ser vista. Já na fila vi que tinha algo diferente, não sei se pelo horário, mas a média de idade da fila devia ser de 60 anos. Entrei e nas primeiras cenas já comecei a entender a crítica, a emoção dos que já tinham visto o filme. O filme é bom e ponto. Ângelo Antônio e Dira Paes estão perfeitos como os pais de Zezé di Camargo e Luciano. Ângelo dá o tom certo entre o pai dedicado e a personalidade do homem do interior. Os meninos Dablio Moreira e Marcos Henrique – que fazem respectivamente Zezé e seu irmão Emival, morto num acidente de carro ainda criança – são espetaculares. Aliás, o elenco é o ponto alto do filme, tirando Márcio Kieling e Thiago Mendonça (Zezé e Luciano já adultos) que deixam a desejar. A verdade é que quando Seu Francisco perde espaço no filme e o foco passa para a dupla, se perde muito, mas felizmente já é no fim.
Claro que a trilha não agrada aos que não gostam de música sertaneja, mas devo dar o braço a torcer e dizer que é bem feita, Caetano sabe fazer trilhas, percebi isso em “Lisbela e o Prisioneiro”. A música interpretada pelo Nando não toca durante o filme, mas não importa. O filme vale a pena porque é uma história emocionante sobre perseverança, sobre um Brasil que alguns desconhecemos (claro que um tanto estereotipado) e, principalmente, sobre um homem que acredita, como todos nós deveríamos fazer.
E fora o preconceito!!!
para saber mais:
http://www.2filhosdefrancisco.com.br

Galera:
Tava morrendo de saudades; essa é para a vespera do feriadão..Obrigado Tarso por dividir o espaço no Bloog;
Estou aqui a convite do meu querido amigo Tarso, estive fora uns dias mas como isso aqui é diversidade, vou escrever sobre uma Banda que adoro o DEEP Purple, a historia é meio confusa, mas vale a pena ouvir, e quem se lembrar dos comerciais do famoso cigarro Hollywood identificara, algumas musicas
Beiijos iluminados Dri
Uma nova guinada acontece com o Deep Purple, qe escolhe para substituir os antigos componentes o vocalista David Coverdale - um vendedor de roupas - e Glen Hughes baixista e vocal da banda Trapeze. Uma formação que trocou a força do hard rock para um rock ainda vigoroso, só que com pitadas de soul, funk e blues. O disco Burn de 1974 traz uma nova perspectiva para a banda, mas o disco seguinte, Stormbringer, conta com elementos que Ritchie Blackmore não concorda. O guitarrista e fundador saem da banda e em seu lugar entra Tommy Bolin. É lançado Come taste the band. Na metade de 1976 o Deep Purple decide encerrar as atividades, porém seus integrantes continuaram na música. Ian Gillan tinha a Ian Gillan Band, enquanto Blackmore formava o Rainbow e David Coverdale funda o Whitesnake, (que desembarca no Brasil em setembro/2005), que contaria mais tarde com Ian Paice e Jon Lord nas suas fileiras.
Em 1984 é anunciada a volta do Deep Purple com a sua formação clássica, com Gillan, Blackmore, Paice, Glover e Lord. É lançado o essencial Perfect Strangers, que foi seguido por Nobody Perfect (ao vivo) e pelo fraco The House of Blue Light. Gillan decide sair novamente da banda e em seu lugar entra Joe Lynn Turner, ex-vocalista de uma fase do Rainbow. Com novo vocal é lançado o discutível Slaves & Masters. O ano de 1993 traz como surpresa a volta de Gillan e o lançamento de The Battle Rages on... Ritchie Blackmore entra em conflito constantemente com o restante da banda e larga o Deep Purple durante a turnê para remontar o Rainbow. No seu lugar entra o guitar-hero Joe Satriani, apenas para quebrar o galho. Os discos em que Satriani toca com o Purple são itens raros e todo colecionador procura, pois nunca esta formação gravou algo oficial. Para o lugar de Blackmore entra Steve Morse, grande fã da banda e que já havia tocado no Dixie Dregs e no Kansas.
A banda se revitaliza e volta com o bom Purpendicular, trazendo novos elementos, porém valorizando os desafios entre guitarras e órgão que fez a base musical do estilo do Deep Purple. Segue o razoável Abandon em 1998. Jon Lord decide abandonar a estrada, devido à idade, e em seu lugar entra Don Airey, um tecladista que passou por diversas bandas de hard rock. Com Airey, Gillan, Morse, Glover e Paice são lançado o interessante Bananas em 2003. Há vários discos oficiais ao vivo, que são considerados referência, pois o Purple é uma das bandas que mais lançou material ao vivo, com uma média de um ao vivo por estúdio.
O Deep Purple esteve no Brasil por cinco vezes, sendo a última em setembro de 2003, durante o Skol Rock, realizado no Estádio do Pacaembu.
Michael Jackson (Parte II)
Em 1999, o vídeo de "Thriller" foi homenageado como o mais importante clipe de todos os tempos. Lançado em VHS, o Making Michael Jackson's Thriller tornou-se o home-vídeo mais vendido da história.
Em 1984, Michael Jackson fixou o recorde de doze indicações ao Grammy Award e 8 prêmios em uma mesma noite. Dois anos após criou a música tema da campanha beneficente "USA to AFRICA: We Are the World".
O single de "We Are the World" vendeu 800.000 cópias em apenas três dias de concedeu a Jackson o Grammy de Compositor do Ano.
Michael Jackson fechou o maior contrato da história das musical em 1985, onde ele comprou o direto sobre todas as canções dos Beatles escritas entre 1964 e 1971, e dos maiores sucessos de Little Richard e das Pointer Sisters. O catálogo, que incluía clássicos como "Yesterday", "Help" e "Let it Be", foi adquirido pela quantia recorde de 47 milhões de dólares. Anteriormente, Michael já adquirira diversos catálogos, como o do Sly and Family Stone, incluindo o hit "Hot Fun in the Summertime".
Rompendo uma série de adiamentos, Michael Jackson lançou seu terceiro álbum solo adulto em novembro de 1987. Comparações entre Bad e seu antecessor, Thriller, eram inevitáveis. Se Thriller foi e é grandioso em cifras, Bad tinha os arranjos perfeitos que Michael Jackson tanto almejara conquistar, ignorando se vendera doze, vinte ou quarenta milhões de cópias.
Em 1988, Jackson deu início à sua primeira turnê mundial, a Bad World Tour, que tornou-se a mais rentável da história. Em 1989, ele lança o longa-metragem Moonwalker, que superou o recorde de vendas de Making Michael Jackson's Thriller em VHS.
Agora recluso em Neverland, um verdadeiro oásis Jackson seria, ainda mais, vítima de boatos, muito deles, infundados. Desde que dormia em uma câmera hiperbárica a que era a reencarnação de um deus Inca, não esquecendo, é claro, de seu súbito interesse pelos ossos do Homem Elefante. (Que lhe daria vida eterna) hahahaha.

George Bush, o então-presidente norte-americano em 1989, proclamou formalmente Michael Jackson "Artista da Década" em cerimônia concedida na Casa Branca - honraria jamais entregue por um presidente do país. Simultaneamente, o álbum Bad firmava-se como o mais bem-sucedido lançamento de Jackson no Reino Unido, o segundo maior mercado fonográfico do ocidente, superando as vendas de Thriller.
Aguardado com a expectativa que normalmente é reservada para as experiência únicas que envolvem as passagens raras do Cometa Halley pela Terra, Dangerous, o primeiro álbum de Jackson na década de 90, foi finalmente lançado em Dezembro de 1991.
Posso contar que foi esse álbum que me influenciou a ser fã de Mike? Melhor contar depois né..
Ao final de 1992, Michael lançou sua "Fundação Heal the World", que tem como objetivo fornecer reforços imediatos a crianças em necessidade ao redor do mundo. Também anunciou que toda a renda de sua segunda turnê mundial, a Dangerous World Tour, que teve início em em 27 de Junho de 1992, seria revertida a este ideal. Os trabalhos filantrópicos de Jackson não se resumem à sua fundação. Silenciosamente, ele apóia mais de trinta e sete organizações ao redor do globo, algumas desde a década de 70.
Isso incluindo orfanatos matidos pela rainha dos baixinhos no Brasil.
Em meados de 1993, Michael Jackson foi obrigado a cancelar um seguimento da Dangerous World Tour e interna-se aos cuidados do terapeuta Beauchamp Colclough para eliminar um escape que tornou-se um vício: analgésicos. Também foi vítima de uma infundada acusação de abuso sexual contra um menor de 13 anos que não progrediu.
Depois de seis meses de árduas negociações, Michael Jackson foi obrigado a ceder à extorsão imposta pelo acusador, fechando um acordo de parâmetros confidenciais. Em 27 de Janeiro de 1994, o Departamento de Polícia de Los Angeles anunciou o resultado da perícia realizada e concluiu que "a descrição do acusador, em nenhuma forma, encaixa-se com o conteúdo das fotos".
Feliz Aniversário Laís Flores!!!
Dia 04 último foi o dia da Colunista mais hexacolorida do Diversidade Musical,

Parabéns Laís.
Contribua você também!!!
Há uns dias atrás (exatamente no dia 28/07), postei aqui a noticia de uma provável vinda do Pearl Jam ao Brasil. E depois desse tempo todo e toda a angustia de não ter nenhuma noticia oficial deles (apenas a música Garota de Ipanema tocando sem parar na abertura do site deles), enfim a noticia esperada por mim há mais de 12 anos: Pearl Jam no Brasil!!!
Alguém pode achar exagero de minha parte, mas não lembro de nenhum acontecimento da minha vida nesses últimos 10, 12 anos que o Pearl Jam não estivesse presente como trilha sonora... e igualmente ao outro dia que vi a noticia, agora também to me tremendo mais que vara verde.
Veja aí as datas:
Nov 28 Porto Alegre, Brazil
Nov 30 Curitiba, Brazil
Dec 2 Sao Paulo, Brazil
Dec 4 Rio de Janeiro, Brazil

Se Deus quiser, estarei lá.
E no mês do meu aniversário?
Uh-la la!!!
Curitiba me aguarde!!!
P.s. Quem quiser participar desse momento histórico de minha vida, contribua com qualquer valor em minha conta bancaria. Deixe uma mensagem com email que informarei o numero da conta.Obrigado.
Mombojó
“Quero ver você dançar em cima de uma faca molhada de sangue enfiada no meu coração”
Foi com essa frase que me apresentaram o Mombojó. Na hora, claro, visualizei um Roqueiro gordo com uma lata de cerveja na mão em cima do palco a gritar feito um louco. Há dezenas de quilômetros de distancia, minha ex-amiga virtual fez a temida pergunta: Posso te mandar a música?é “Faaca” o nome dela.
“Faaca”? Putz!
E com uma letra dessa? Respondi sim com toda a educação que mamãe me deu. Ela não me enviou só uma, mas duas.
O resto do dia e a exato 1 semana, venho ouvindo direto o som dos caras. No outro dia supliquei de joelhos o resto das canções. Obrigada Karina.
Mombojó é uma banda Pernambucana. E o mais incrível nisso tudo é que o sotaque Pernambucano nunca me atraiu muito, acho o som da Nação Zumbi (por exemplo) legal e tal, mas nada que me fizesse cantarolar com tanto fervor, ”entendi”?
O 1º Cd da banda Nadadenovo (2004) com 15 canções, logo foi aclamado por muitos como o melhor do ano. E com sobras!
Misturando uma penca de estilos, cada qual com a pitada certa (Rock, Mangue-Beat, Eletrônico, Samba, Brit-pop), Mombojó surpreende por não parecer uma banda que, paquerando com tantos estilos, acaba não tendo uma identidade. Pelo contrario, é canditada serissima a servir como ponto de referencia para bandas novas.
Acho que neguinho vai ter que inventar o jeito “Mombojó” de dançar, a maneira com que os estilos se encaixam deve deixar contorcionistas com inveja ao presenciar a platéia em um show. A diversidade é deliciosa. O que dançar? Como se sentir, Em uma Rave? Em Sambão? Na Jamaica? Num show de Rock?
Não! Num show do Mombojó.

A ótima Duas Cores prova muito bem o que digo acima, começa tímida com voz e pandeiro, se transforma numa melodia que gruda no ouvido pelo resto de sua vida junto com uma letra de suplicio (Daí me uma cor que não seja a do seu olhar/Daí me outro amor que venha para me perpertuar/Daí me outra cor que não tenha o que eu quero enxergar/ Daí me uma dor que sirva pra eu acordar).
Outra que se encaixa muito bem nisso tudo é Nem Parece, aqui, fora a perfeição de encaixe dos estilos, ainda temos o som de uma flauta que insiste em nos enfeitiçar, tanto nessa música como em quase todo o resto do Cd.
Ah, e outra coisa, esqueça a maneira “Filosófica Doidão” da frase no primeiro parágrafo, o que prevalece são boas histórias, na maioria delas, de relacionamento. Alias, a letra de “Faaca” é uma das melhores; “Eu não acredito em tudo que eu mais quero, mas vivo a sonhar com você a me beijar”.
Para quem curti um negocio mais com cara de chamego, de uma coisa mais ao pé do ouvido, pode correr até a faixa Baú (Durmo sempre no meu quarto sozinho esperando você chegar a janela esta aberta a casa é sua, pode morar) ou Adelaide. Boa demais!!! Adelaide (coincidentemente o nome da minha sogrona) corre o risco de ser a preferida de muitos fãs (O que eu entendo por ser meu é tudo que eu posso te dar o meu amor, mas primeiro eu preciso saber se você vai gostar/ deixa o meu sentimento te falar vou mostrar que sou alguém melhor) ou para os que querem mandar alguém para aquele lugar, podem muito bem se livrar da culpa de dizer um palavrão e dedicar a (faixa)“Merda” para o imbróglio.

Qual seria a explicação para eu curtir esse som tão rápido? Acho que a resposta é simples, basta da uma olhada no nome do Blog. O sobrenome do meu ouvido é Camaleão! A função do DM é espalhar a vários ouvidos boa música, e sempre que postamos algo aqui é como se falássemos: Escuta aí!
Então, escuta o Mombojó aí!
Assino embaixo.
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